+ Bate-papo UOL: “Uso a música para expressar o que sinto e quem sou”, declara Mallu Magalhães

30 de março de 2008

Considerada um dos destaques da nova cena musical brasileira, Mallu Magalhães falou sobre o sucesso de suas canções de folk no Bate-papo UOL e tocou ao vivo no estúdio.

assista! Bate-papo com Mallu Magalhães
assista! Mallu Magalhães toca ao vivo no estúdio do UOL

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+ Assista ao clipe “No Emotion”, da banda Idlewild

29 de março de 2008

O Idlewild já é considerado um dos grupos mais tradicionais da história recente da Escócia. O clipe “No Emotion” é um bom indicador do potencial de “Make Another World”, último álbum do quinteto.

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+ Álbum de estréia do Vampire Weekend é original e certeiro

26 de março de 2008

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Vampire Weekend

VAMPIRE WEEKEND – Vampire Weekend  

 

Banda faz lembrar os promórdios dos Strokes com um disco de estréia direto e também devidamente certeiro.

 

05 

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BANZÉ

18 de março de 2008

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+ Clipe “Click Click Click Click”, do Bishop Allen, é um dos mais legais da cena indie mundial. Assista!

16 de março de 2008

Grandes melodistas, os ameicanos do Bishop Allen são mais uma ótima aposta do selo Secrety Canadian. O clipe de “Click Click Click Click” é um dos mais legais da cena indie mundial

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+ Interpol faz primeiro show no Brasil

13 de março de 2008

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Em São Paulo, a banda se apresentou para uma platéia lotada de fãs, que conquistaram a simpatia dos sóbrios novaiorquinos.

 

 

Por: Marina Mosol
Fotos: Mondrian Alvez

 

A banda Interpol realizou nesta terça, dia 11, a primeira de suas três aguardadas apresentações no Brasil. O elegante quarteto de New York lotou o Via Funchal, em São Paulo, e foi recebido com fervor pela platéia. Em sua primeira visita ao Brasil, o Interpol presenteou os fãs com um show repleto de hits de seus três CDs. Estes, por sua vez, retribuíram cantando todos em coro.

 

Os músicos se apresentam vestidos com ternos de cores escuras, uma sobriedade que levam para o palco. A banda raramente interage com o público, mas a platéia estava tão quente (literalmente, o Via Funchal estava uma sauna) que o vocalista Paul Banks agradeceu a recepção várias vezes, e se despediu elogiando os fãs.

 

 

VEJA FOTOS

 

Foto: Mondrian Alvez Foto: Mondrian Alvez Foto: Mondrian Alvez

 

Foto: Mondrian Alvez Foto: Mondrian Alvez

 

 

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HAI KAI

12 de março de 2008

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+ Primeiro Som deste mês com Silvana Mello, André Barcinski, Tiago Carandina e integrantes do U.D.R

10 de março de 2008

Por: Alexandre Bezzi
djbezzi@gmail.com

Fui pesquisar quais foram os primeiros CDs e vinis da artista plástica Silvana Mello, do jornalista e empresário André Barcinski, de Tiago Carandina, do Myspace Brasil, e dos funkeiros satânicos do U.D.R. (Até o fechamento desta edição, o Mc Carvão ainda fazia parte da dupla). 

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Silvana Mello
www.popmix.com.br

Profissão: artista plástica

Links: http://www.uipa.org.br/portal/  | http://www.vegetarianos.com.br/  | http://www.juxtapoz.com  | http://www.myspace.com/silvanamello

Qual foi seu primeiro disco?

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Na minha infância, pré adolescência eu ouvia muito os discos da minha irmã, que era bem rockeira, adorava o Steve Miller Band Greatest hits, ELO, Slade, Led Zeppelin. Mas o primeiro que eu comprei mesmo foi o Duran Duran, lembro que foi no supermercado Zaffari da Bordini, lá em Porto Alegre.

Que importância ele teve em seu gosto musical?
Eu ouvia umas 500 vezes por dia, sabia todas as letras de cor, adorava não só a música deles, mas o style, que logo percebi o quanto era terrível, bom, mas essa fase new romantic durou pouco, em seguida comecei a ouvir  Jesus, the cure, smiths, aí na seqüência veio o punk e ferrou com tudo, e acho que as coisas mudaram mesmo á partir daí. Tinha o lado político e ideológico, além do musical. A real é que acho que tudo isso que eu citei mais outras coisas tiveram e ainda tem influência na minha vida e no meu trabalho. Só pinto ouvido música.

Quais são suas faixas favoritas?
Este álbum é de 1981, e se chama Duran Duran somente. Minhas faixas favoritas são: Planet Earth, There Anyone Out There? , Careless Memories e Sound Of Thunder.

Você ainda tem esse disco?
Sim, mas ta lá no sul, na casa da minha vó. 

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U.D.R
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Mc Carvão 

Profissão: Massagista musical

Links: www.myspace.com/udr666  | www.newmetal.com.br/forum

Qual foi seu primeiro disco?

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Raimundos – S/T

Que importância ele teve em seu gosto musical?
Antes desse disco eu era um virginal viciado no disk-piadas do Ary Toledo.

Quais são suas faixas favoritas?
Bestinha, Herbocinetica, Opa! Iterai cace ta, Cabeça de Bode.

Você ainda tem esse disco?
Sim.

 

Professor Aquaplay

Profissão: Poeta

Links: www.myspace.com/udr666

Qual foi seu primeiro disco?

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“Get A Grip”, do Aerosmith.

Que importância ele teve em seu gosto musical?
Eu não sabia quem eu era até ouvir esse disco. Uma opus cavalgante de lúgubres e pálidas consternações que permeou a fase imberbe e pueril de minha vida.

Quais são suas faixas favoritas?
“Eat the Rich”, “Fever”, “Livin’ On the Edge”, “Shut Up and Dance”, “Can’t Stop Messin”

Você ainda tem esse disco?
Lógico. 

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André Barcinski 
www.popmix.com.br

Profissão: jornalista 

Links: www.clashclub.com.br 

Qual foi seu primeiro disco?

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Pergunta difícil. O primeiro disco que eu lembro ter gostado foi aquela coletânea vermelha dupla dos Beatles, que a minha mãe tinha e eu ouvi até rachar. O primeiro LP que eu saí de casa para comprar foi o “Volume 4”, do Black Sabbath. Comprei na Toc Discos próximo ao Largo da Carioca, no Rio. 

Que importância ele teve em seu gosto musical?
Muita. Sabbath foi a primeira banda que eu realmente amei. Eu estudava em colégio de padres (São Bento) e lembro que, um dia, levei o disco para mostrar aos colegas. O professor de Religião, Dom Tadeu, viu a capa e quase teve um treco. Me expulsou da aula e mandou eu levar “aquela coisa demoníaca” pra casa. Eu obedeci e fiquei ainda mais fissurado no disco. Era a coisa mais pesada e pervertida que eu já tinha ouvido. 

Quais são suas faixas favoritas?
Sem dúvida, “Supernaut”. Até hoje, acho uma das melhores faixas do Sabbath. 

Você ainda tem esse disco?
Sim, claro. Comprei o CD, mas quase só ouço o vinil.

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Tiago Carandina
www.popmix.com.br

Profissão: Coordenador de Marketing – Myspace Brasil 

Links: www.myspace.com/tiagocarandina 

Qual foi seu primeiro disco?

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O primeiro disco que ganhei foi o Made In Japan, do Iron Maiden, de um primo quando fiz 10 anos de idade. A visão daquele vinil, com uma caveira segurando uma espada em posição de ataque me fascinou e a partir daquele minuto, decidi que gostava de rock. 

Que importância ele teve em seu gosto musical?
Foi a partir dali que comecei a conhecer música, a pesquisar e descobrir coisas como Black Sabbath, Beatles, Ramones e Stooges. 

Quais são suas faixas favoritas?
Gosto muito da fase Paul Dianno do Iron Maiden, minhas preferidas sao Running Free, Wratchild e claro, Iron Maiden. 

Você ainda tem esse disco?
Claro!

Alexandre Bezzi PRIMEIRO SOM
Alexandre Bezzi é DJ & ilustrador, e
mora em São Paulo/SP. www.myspace.com/djbezzi www.flickr.com/people/bezzi
www.podcast1.com.br/canais.php?tag=Bezzi
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+ Bob Dylan precisa ser explicado!

6 de março de 2008

 FOTOS DO SHOW EM SP

Por: Vitor Diniz 

Agora que Bob Dylan está em solo brasileiro, e já fez um elogiado show de estréia na Via Funchal em São Paulo, na noite de  quarta-feira,  dentro de sua mini-tour pelo Brasil, a mídia local faz um verdadeiro resgate da obra de Dylan. Matérias e reportagens que  tentam “explicar” o mito que teria politizado o rock,  não param de buscar as causas que justifiquem o quanto o homem que compôs “Like A Rolling Stone”  é um nome seminal dentro do pop.

Nunca Dylan foi tão citado, não só no Brasil, é verdade,  mas também pelo mundo afora, por novos nomes da música. Cantoras e mais cantoras na Inglaterra dizem  amém ao mito. A mágica canadense  Basia Bulat não nos para de fazer pensar em Dylan com suas canções incríveis. No Brasil então, justamente  os novos darlings do mercado, também soam altamente norteados pelas levadas certeiras de Dylan, como são os casos de Vanguart e Mallu Magalhães.

Neste momento, mais do que discutir a importância do astro que promoveu o cruzamento definitivo e perfeito entre o folk e o pop, é tentar ver Dylan ao vivo. Paulistanos planejam correr para o Rio no sábado atrás de ingressos mais baratos. Curitibanos se deslocam até São Paulo para ver  o ídolo, enfim, muitos apostando que essa possa ser a última vinda de Robert Allen Zimmerman ao Brasil, já que alguns comentários dão conta que ele não fará mais esses giros pelo planeta.

 FOTOS DO SHOW EM SP

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+ Iron Maiden leva os fãs para uma viagem ao passado

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Fotos: Mondrian Alvez
Foto: Mondrian Alvez

 

Por: Mondrian Alvez

Não sou mais da turma do metal, devo admitir. Tenho meus trinta anos, sou um roqueiro convicto, porém meu radicalismo metaleiro ficou para trás, junto com minha adolescência. Mas o início de todo o meu envolvimento com a música teve um responsável de peso: o Iron Maiden. O solo de Aces High foi meu primeiro contato com o rock, no fone do walkman de um amigo. Assim, a maravilhosa fita-cassete com o Eddie pilotando um avião de guerra virou trilha sonora do meu aniversário de 11 anos, com um bando de cabeludos batendo cabeça em frente ao aparelho de som. 

Foto: Mondrian Alvez

Meu primeiro vinil foi o Piece of Mind – que tive que gravar em fita-cassete, pois eu não tinha nem o toca-discos –, e passava o dia ouvindo e viajando no encarte do álbum duplo, com a histórica imagem da banda na mesa de jantar, pronta para devorar um cérebro. Esse é o grande prazer que o Iron sempre deu aos seus fãs: álbuns com ilustrações maravilhosas, ricas em detalhes, com mensagens subliminares, dedicatórias e todas as letras das músicas. Desenhei o símbolo e o logotipo Iron Maiden infinitas vezes nos cadernos e na carteira da escola.

Foto: Mondrian Alvez

Peguei uma fase áurea do metal, uma época em que a Galeria do Rock e a Woodstock, no Centro de São Paulo, enchiam meus olhos (e esvaziavam meus bolsos) com vitrines lotadas de bolachões importados, camisetas e acessórios absolutamente necessários para a sobrevivência de um cabeludo. Ai de quem não soubesse dizer o nome dos integrantes da banda estampada no peito… Ou perdia o respeito dos colegas, ou apanhava dos carecas. E assim fui um verdadeiro metaleiro.

Seventh Son of Seventh Son, de 1988, foi o último vinil do Iron que curti alucinadamente. Vale lembrar que os álbuns ainda demoravam muito para serem lançados no Brasil, alguns com até mais de um ano de atraso e, claro, sem a internet. No Prayer for the Dying, de 1990, já não me agradou tanto, e decidi encerrar minha coleção. Só faltava ver a banda ao vivo. Então, a passagem da turnê Fear Of The Dark pelo Parque Antártica (SP), em 1992, veio na hora certa. Engraçado que eu, com apenas quinze anos, nesta noite já matava saudade dos meus velhos discos.

Foto: Mondrian Alvez

 

Em algum lugar do tempo

O Iron Maiden teve outras passagens pelo Brasil. Mas somente agora, quinze anos depois da minha experiência ao vivo, decidi assistí-los novamente. Dessa vez, para matar a saudade dos velhos tempos. E foi exatamente o que aconteceu. Como previsto no próprio título da turnê, Somewere Back In Time foi repleta de flashbacks e coincidências.

Foto: Mondrian Alvez

Me sentindo um adolescente, fui a pé ao mesmo Parque Antártica, para ver aqueles mesmos caras. Após uma pancada forte de chuva, incrivelmente o céu se abriu ao som de Aces High, a dona do primeiro solo de guitarra que escutei na vida. Seguiram com 2 Minutes To Midnight, meu primeiro single importado (argentino, em vinil mais grosso que o convencional). Então veio Revelations, do Piece of Mind, o meu primeiro disco. O jovem senhor Bruce Dickinson troca o figurino, e reaparece como um soldado britânico, agitando a respeitável bandeira inglesa toda chamuscada. Era The Trooper, o primeiro pôster do meu quarto. Depois a inconfundível abertura de Wasted Years, o primeiro solinho que arrisquei na guitarra. Aí não teve jeito, meus olhos se encheram e chorei até a última nota de The Number Of The Beast. O trio Adrian Smith, Janick Gers e Dave Murray estava fantástico, com uma pegada rock’n’roll surpreendente. Can I Play With Madness, caralho! Esse foi o primeiro path que costurei nas costas da primeira jaqueta jeans!

Quase 40 mil fãs lotaram o estádio, e o Iron Maiden mostrou experiência, vontade e gratidão por cada um que se apertava cantando em coro. Acalmaram a multidão em êxtase seguindo com Rime of The Ancient Mariner, Powerslave e Heaven Can Wait. As trocas de roupa de um Bruce inquieto dividiam a atenção com as trocas de guitarras clássicas. A performance da banda é um show além da música. Pude ver de perto Steve Harris em poses históricas, com um dos pés nas caixas de retorno, sempre impecável. Mas quase não consegui enxergar o sorriso simpático do esquisitão Nicko McBrain, coberto por uma bateria faraônica. Run To The Hills, Fear of The Dark, Iron Maiden, Moonchild, Clairvoyant e Hellowed Be Thy Name completaram o repertório de clássicos, com direito à tradicional aparição de Eddie vagando pelo palco na música tema da banda.

Nos telões, cenas produzidas eram intercaladas com cenas ao vivo. Ao fundo, painéis gigantes revezavam o cenário com ilustrações incríveis adaptadas dos álbuns da década de 80, acompanhando a seqüência das canções e com efeitos sonoros. Dava mesmo uma sensação de uma viagem no tempo. O visual da apresentação distraia a mente e compensava o esforço. Na pista apertada, momentos inevitáveis: empurra-empurra, brigas isoladas, comentaristas e uns babacas mijando em copos. E ainda tomei um banho de refrigerante (tenho certeza que era soda!), resultado de um início de confusão entre dois metaleiros grandalhões, porém de gerações diferentes, disputando espaço. Muita gente mesmo.

Na saída, comprei até a camiseta oficial. Quinze anos atrás, eu não teria os 50 pilas cobrados. E quinze anos depois, me senti com quinze anos e sem os 50 pilas do mesmo jeito. E em quinze minutos eu chegaria em casa a pé, se eu não estivesse tão detonado. Parecia que eu tinha passado por um funil. Estava molhado, melado de refrigerante e ironicamente morrendo de sede. No caminho de volta, para completar, pisei num presente enorme que algum cachorrinho (e seu dono) deixou pelo caminho. Talvez se incomodaram com o som, exatamente como meus antigos vizinhos, nas tardes em que eu curtia o Iron Maiden no toca-discos. Mas voltei para 2008, feliz.

Foto: Mondrian Alvez

Foto: Mondrian Alvez

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