+ Com novo álbum no mercado, os Kooks querem o mundo!

28 de maio de 2008

Konk - The Kooks

The Kooks – “Konk” 

Grupo já começou a se firmar como candidato a grande grupo, não só nos EUA, como em outros cantos do planeta.

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+ Assista ao clipe “Rainning Down”, dos portugueses do Loopless

26 de maio de 2008

Depois de Rita Redshoes, The Clits e dos Clã, o Pop Mix apresenta mais uma  opção do pop luzitano. Assista a este bellíssimo clipe do Loopless, “Rainning Down”.

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+ Uncle Dysfunktional traz de volta o verdadeiro Happy Mondays

16 de maio de 2008

www.popmix.com.br

Happy Mondays – “Uncle Dysfunktional”

O que esperar de uma banda que tem a sua história associada ao Haçienda (seminal casa noturna de Manchester) e que ainda lançou discos que ajudaram a moldar definitivamente a fusão dance-rock?

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+ Assista ao clipe da banda portuguesa Clã, um dos destaques do Rock in Rio 2008

11 de maio de 2008

Tendo como figura central a soberba cantora  Manuela Azevedo, o grupo português Clã estará na edição lisboeta do Rock in Rio. O clipe de “Sexto Andar” é extraído do ótimo CD Cintura!

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+ DJ Alexandre Bezzi falou ao Pop Mix sobre cultura noturna, influências musicais e muito mais!

6 de maio de 2008

Por: Vitor Diniz

Alexandre Bezzi é um dos DJs mais intrépidos deste país. Toca em várias capitais brasileiras, acabou de lançar ótimos remixes de músicas de Tetine e Edu K e ainda consegue aliar tudo isso ao seu trabaho como ilustrador.

Bezzi, que também acha tempo para colaborar com sites como Chic de Gloria Kalil e com o próprio Pop Mix, fala sobre suas atividades, cultura noturna e muito mais, nesta entrevista realizada por e-mail.

1 – Você declarou em entrevista a 97 FM, que A Torre foi seu “berço”, na sua opinião, foi então o clube mais influente da história recente da noite de São Paulo?

A Torre foi um laboratório de novas tendências na década de 90, acho que
não só a Torre foi importante, o Hells Club, Matrix, Glitter…poderia citar
vários! Esses foram os lugares que fizeram parte de minha história noturna.
Vim de uma geração que saía para ouvir boa música acima de tudo, claro que
tinham as mulheres, drogas, bebida, mas isso era consequencia (rs). Hoje em
dia, o povo quer fama rápida e qualquer Zé Ruela se diz pioneiro de alguma
coisa na cena sem ter o menor conhecimento musical ou de cultura noturna.

2 – Por quais motivos, você atualmente têm tocado mais fora de SP?

Sabia que eu sempre me pergunto sobre isso? Fora de São Paulo, tenho notado
um público novo, empolgado e ávido por novidades. O pessoal tem poucas
opções e faz de tudo para matar o tédio de suas cidades. Em São Paulo, a
cena está com super lotação, é opção demais e pouca coisa interessante. Para
os donos de casa noturna, é mais interessante pegar um dj sem experiência,
pagar pouco do que dar espaço para um veterano com nome e credibilidade.

3 – Qual a cidade mais legal para tocar?

Difícil hein? Eu adorei todas cidades que fui tocar, sempre fui bem
recebido…neste ano de 2008, eu toquei em Londrina, Curitiba, Brasília,
Blumenau, Uberlândia e sempre me surpreendo com o carinho e o respeito do
púbico. Eu adoraria voltar pra Floripa e Porto Alegre.

4 – Você ficou conhecido como DJ de rock, e agora como você acha que pensam em você?

Pensam que sou um louco & ranzinza (rs). Acho que evoluí bastante e virei
sinônimo de discotecagem divertida e misturada. Eu fui desacreditado no
início do ano 2000 com gente dizendo que era errado eu misturar outros
estilos com rock. O mais irônico, é que esse povo que me criticava sumiu.

5 – A cena de Manchester , foi mesmo a sua grande influência musical?

Uma de minhas influências! Eu também sou apaixonado por metal, pós punk &
disco. A Factory Records me fascina até hoje pelo seu caráter desbravador e
Tony Wilson foi um visionário.

6 – Quem é melhor Stone Roses ou Happy Mondays?

Happy Mondays, sempre. Eles eram os punks dessa cena, tinham um integrante
que não fazia nada (Bez) e tomavam drogas pra caralho. Eles sim, levaram o
hedonismo ao extremo.

7 – Como você avalia a cultura dita noturna no Brasil em 2008?

Em expansão, especialmente fora dos grandes centros urbanos.*

8 – Na coluna “Primeiro Som”, você descobre, qual foi o primeiro disco das pessoas, e qual foi o seu?

Holy Diver do Dio. Comprei por causa da capa quando era criança, a cena do
padre sendo afogado pelo capeta é um clássico!

9 – Como foi fazer remixes para Tetine e Edu K?

Eu contactei eles sem maiores pretensões e acabou rolando. Tentei fazer os
remixes numa linha retrô porque já me torrou o saco esses remixes com
milhões de nóinhas e barulhos que tem sido feitos a exaustão nos dias de
hoje.

10 – Qual o segredo para mesclar tão bem , a sua função de ilustrador com a
de DJ?

O segredo, é você se focar em uma ou duas tarefas e saber o que você quer.
Acho patético esse povo que se diz: modelo, cantor, produtor, designer,
personalidade noturna, hostess, dj, músico, assessor, jornalista,
fotologger, ator, performer… no fim, não faz nenhuma das de suas funções
bem feita. Eu faço variadas funções; mas meu trabalho é o de discotecário e
ilustrador.

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