+ Muse começa com sucesso no Rio sua passagem pelo Brasil!

31 de julho de 2008

Foto: Divulgação

Por: Vitor Diniz

Os ingleses do Muse começaram, em grande estilo, sua “passagem” pelo Brasil, nesta quarta, com uma empolgante apresentação no Rio de Janeiro, com tudo que um grande show de rock têm direito: explosão de fumaça saindo do palco, chuva de papel picado, bolas gigantes atiradas à platéia, e, o que é mais importante, uma competentíssima performance no palco.

O excelente público que compareceu em bom número ao Vivo Rio, parecia ter na ponta da língua todas as músicas do trio inglês. Bastava a introdução da música surgir, e um coro já embalava o vocalista Matthew Bellamy e cia. Dava até para lembrar do cd “H.A.A.R.P. Live from Wembley”, que pautou o show do grupo.

Às 22h40min, o Muse entrou em cena e “Knights of Cydonia” levou os cariocas ao delírio. A letra da música era “jogada na cara” da platéia, através do telão que incrementava o tempero indie e facilitava ainda mais que os fãs acompanhassem o grupo em todas as frases, com todas as suas forças, promovendo um dos inícios de shows mais contagiantes dos últimos tempos.

Bellamy, que praticamente não “interagiu com o Rio”, comandou seu trio com maestria e se revezou entre sua guitarra e um belo piano branco, também brincou com os instrumentos, improvisando jazz e uma eventual bossa-nova. Já em “Invincible”, mais parecia uma mistura de “Sinatra pop” com Bryan Ferry, (as imagens de reveillon no telão aumentavam o ar de comoção da canção), e, em seu grande “link com a Guanabara”, Matthew comandou, de forma inesquecível, as palmas na sensacional “Starlight”.

“Time Is Running Out” veio em seguida, e refletiu muito bem o quanto o Muse é energético no palco. Sem deixar de lado seu lirismo pop, o grupo funciona, de fato, bem melhor ao vivo do que nos discos.

Exatamente à meia-noite, o grupo deixou os fãs, após cerca de uma hora e meia de show, mas motivados por gritos como “olê-olê-olê Muse, Muse”, voltaram mais pesados ainda para um bis. O baterista Dominic Howard estava com uma mega bandeira do Brasil nas costas. Depois foram embora aclamados com todos os méritos.

Grande show que agora paulistanos e brasilienses poderão saborear!!!

MUSE
Quando: hoje, às 22h
Onde: HSBC Brasil (R. Bragança Paulista, 1.281, tel. 0/xx/11/4003-1212)
Quanto: de R$ 140 a R$ 250
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

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+ Exposição Pop Revisitado acontece até 16 de agosto em São Paulo

26 de julho de 2008

Por: Vitor Diniz

Se, para você, o artista plástisco americano Andy Warhol é a única “assinatura” da pop art, não deixe de conferir, até o dia 16 de agosto, na Galeria Choque Cultural, em São Paulo, a exposição “Pop Revisitado”.

Exposição: Pop Revisitado

Claro que, além de ter se tornado famoso por apadrinhar o lendário grupo Velvet Underground, Warhol é de fato um dos nomes seminais da pop art, mas esta exposição traz a São Paulo, trabalhos de outros grandes representantes deste movimento, entre eles o impagável inglês Gerald Laing, de 73 anos, que possui uma vocação indie inconteste. Sua “versão” para Kate Moss é primorosa. Ainda participam com espaços individuais, John Simpson e Daniel Melim.

Exposição: “Pop Revisitado”

Já no descolado sub-solo da galeria, você verá trabalhos de artistas brasileiros, e ali, o grande “achado” é uma instalação ultra-pop de nome “Coca-Cola azul” de autoria de Silvana Mello. A artista de Porto Alegre, nos faz lembrar de muitas capas de discos da cultura rock, e seu trabalho mais parece extraído de um clipe da “melhor banda de todos os tempos” da última semana, fabricada por um hype britânico, ou seja, faz conexão direta com o grande objetivo da exposição, que é mostrar tudo o que a Pop Art do anos 60 tem a ver com a Cultura Pop atual.

Choque Cultural
R. João Moura, 997 – Pinheiros – Oeste.
Telefone: (11) 3061-4051.
Segunda a sábado: 12h às 19h.
Entrada franca.

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STOP PLAY MOON

23 de julho de 2008

Depois de ter se destacado como uma das melhores atrações do Motomix Festival, o Stop Play Moon gravou algumas versões exclusivas de suas músicas para o Pop Mix, em São Paulo.
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+ Duo Bossa Project se apresenta no SESC Pompéia na próxima sexta-feira

22 de julho de 2008

Duo Bossa Project

Provomendo um bom “encontro” entre a bossa-nova e a música pop, o duo Bossa Project vai se apresentar nesta sexta-feira, às, 21h, na choperia do Sesc Pompéia, em São Paulo, dentro do projeto traições musicais.

 

Formado pela dupla Bettina e Eddy Marcos, o Bossa Project faz belas versões para clássicos do pop com uma roupagem, digamos, “Jobiniana”. O evento terá ainda show de João Suplicy. Mais detalhes no site do SESC.

 

BOSSA PROJECT no Sesc Pompéia

Projeto Traições Musicais com João Suplicy

– Data: 25 de julho (sexta-feira)

– Horário show: 21:00hs

– Local: Sesc Pompéia – Choperia

– Endereço: Rua Clélia, 93 – Pompéia

– Preços: R$ 16,00 (inteira) – R$ 8,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, +60anos, estudantes e professores da rede pública de ensino)

R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes)

Censura: 18 anos

 

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+ Paul Weller trará para o Tim Festival 2008 alguns capítulos do rock inglês

15 de julho de 2008

www.popmix.com.br 

Por: Vitor Diniz 

Referência para muitos nomes da geração britpop de Damon Albarn e Noel Gallagher, Paul Weller é uma das atrações já confirmadas para o Tim Festival 2008.

Um dos grandes compositores da música britânica em todos os tempos, Weller se tornou famoso ao liderar o The Jam entre 1977 e 1982. Sempre com grandes álbuns no mercado, consolidou uma bela carreira solo que se iniciou poucos anos após o término do Style Council, projeto no qual explorou outras vertentes musicais como, até mesmo, a bossa-nova, ao lado de Mick Talbot (ex- Dexys Midnight, Runners e Merton Parkas).

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Se o público brasileiro der sorte, verá, ao lado de Paul Weller no palco, Steve Cradock, magistral guitarrista do grupo inglês Ocean Colour Scene, que costuma acompanhar o ex-líder do The Jam em seus shows.

Os discos “Stanley Road”, de 1995 e “Heavy Soul”, de 1997, são fundamentais para quem pretende mergulhar no universo do seminal compositor, isso sem falar que Paul Weller lançou um dos melhores acústicos dos últimos tempos. “Days of Speed”, de 2001, é, de fato, um primor, embora não tenha merecido a devida atenção. Já o recém-lançado “22 Dreams” confirma a vocação do músico para criar bons álbuns, sem jamais soar decadente ou pouco interessante.

Tudo nos faz acreditar que este poderá ser um dos grandes shows do Tim Festival 2008.

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