+ Ouça Glasvegas e outros destaques no Podcast Pop Mix

29 de setembro de 2008

Nesta nova edição do Podcast Pop Mix você encontra algumas pérolas da cena indie e alguns achados da música pop em geral, além dos australianos do Kinematic e o aclamado grupo escocês Glasvegas.

artigo publicado por admin
tags

+ Assista ao clipe de “Dysfunktional Uncle”, do Happy Mondays

27 de setembro de 2008

Dysfunktional Uncle é mais um clipe extraído do homônimo álbum que marca a volta do Happy Mondays, uma das “bandas símbolos” de Manchester, que é considerada uma das mais influentes do pop britânico.

artigo publicado por admin
tags

+ POP MIX É INDICADO A MELHOR SITE DE MÚSICA EM PRÊMIO NACIONAL. Vote!

26 de setembro de 2008

O Pop Mix foi um dos 20 indicados à categoria “Melhor Veículo Online” do Prêmio Dynamite 2008. O prêmio foi criado em 2002, e em 2007 alcançou o recorde de 163.423 votos.

Para votar, basta acessar www.premiodynamite.com.br e cadastrar seu e-mail.

artigo publicado por admin
tags

Assista: Samara Felippo falou sobre música e teatro ao Popmix

19 de setembro de 2008

Por Vitor Diniz

A atriz Samara Felippo conta como descobriu o Morphine, grupo americano referência indie dos anos 90, que está na trilha sonora de Intenções Perigosas, peça em que a atriz está se apresentando por algumas cidades do Brasil.

artigo publicado por Redação
tags entrevistas Samara Felippo

+ Pop Mix “testemunha” show do Queen na Rússia

17 de setembro de 2008

Foto: Divulgação 

 

Queen ao vivo em Moscou – Sportivny Kompleks Olimpiysky, em 16/09/08.

Por: José Cláudio M. Barboza Jr.

No verão gelado da capital russa, lá estava o Pop Mix presente pontualmente às 19h no Sportivny Kompleks Olimpiysky, o famoso estádio olímpico de Moscou, para fins de cobrir o segundo show do Queen, com o vocalista Paul Rodgers, pela “Queen + Paul Rodgers Rock The Cosmos 2008 Concert Tour”.

O concerto inicia-se com efeitos no telão, simulando uma tempestade com raios de dar pavor aos fãs do Black Sabbath e do Slayer. “Tie your mother down” tem início, e a multidão que lotava o estádio entra em catarse coletivo, mas timidamente revelam o gosto pelo grupo de Brian May e Roger Taylor (vale lembrar que o baixista John Deacon ficou de fora deste revival da banda) em razão do ostensivo policiamento russo. Todavia, interessante ressaltar que, justiça seja feita, Paul Rodgers, apesar de não possuir um décimo do carisma do inigualável e inesquecível Freddie Mercury, além de fazer bonito, não se mostra como um plágio de Mercury, tampouco se predispõe a isso, como a esdruxula “volta” dos Doors. Rodgers tem brilho e voz próprios. As novas músicas, como a emocionante “Say it’s not true”, tem encaixe perfeito com antigas, como ” Radio Ga-Ga”, ou “I want to break free” e “Another one bites the dust”. Os pontos altos do espetáculo foram a presenca de Brian May sozinho no palco, com um violão de doze cordas, a cantar a bela “Love of my life”, além de “’39” – cantada em conjunto, pelos três -, e a apoteótica e visionária “The show must go on”.

Outros clássicos se misturavam às novidades, a culminar com o hino “We will rock you”. Numa terra de escrita e costumes totalmente diferentes dos ocidentais (poucas pessoas falam inglês), mesmo com a queda da cortina de ferro, ainda nos provoca calafrios a vitoria desta banda de “putas velhas”, que, com ousadia, prestaram um lindo tributo a Freddie Mercury, que, certamente, estaria a reverenciar o atual grupo Queen, Paul Rodgers e o povo russo.

artigo publicado por admin
tags