29 de abril de 2013

São Paulo

Cat Power – 21/05/2013 – Cine Jóia

Recife

Cat Power – 19/05/2013 – Espaço Catamaran

Rio de Janeiro

Cat Power – 18/05/2013 – Circo Voador

São Paulo

The Vaccines – 18/05/2013 – Grand Metropole

São Paulo

Céu – 14/05/2013 – Bourbon Street

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”David Bowie não é brincadeira!”

28 de abril de 2013

 Gloria Kalil fala sobre Kate Moss, Grunge e, é claro, Bowie. Ouça!

 
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Por Vitor Diniz
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             Saber a opinião da consultora de moda e jornalista Gloria Kalil sobre ícones, como Kate Moss e David Bowie, era algo obrigatório para o Popmix. Em entrevista gravada na Casa do Saber, no Rio de Janeiro, a editora do portal Chic também falou sobre a exposição que conferiu em Londres, do eterno camaleão do rock.

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A melhor banda de todos os tempos da última semana

17 de abril de 2013

Depois de clipe  hypado , grupo vai ao parque com os Stones.
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Por Vitor Diniz
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             Após ter chamado a atenção na cena indie da Inglaterra, com este  contagiante clipe da música ”Vacation”, o  Splashh parece ter vindo mesmo para ficar. A banda estará ao lado de Palma Violets, Vaccines e de outros artistas no gigantesco concerto dos Rolling Stones, no Hyde Park, no dia 6 de julho. Antes disso,  o aguardado  disco de estreia, Comfort, chega as prateleiras das lojas britânicas, tanto em CD quanto em vinil . O lançamento será no dia 3 de junho, sob a chancela da gravadora Luv Luv Luv. Com seu rock direto, sem firulas e até um tanto grunge,  o Splashh conta com linhas de baixo marcantes e com vocais que conferem uma suposta devoção a John Lydon (Sex Pistols)  e a Liam Gallagher (Beady Eye & Oasis).

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Nada burocrática!

12 de abril de 2013

 
Regina Spektor faz show caloroso e empolga plateia
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Texto e fotos: Vitor Diniz
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          Foi uma noite diferente, sim, até porque a cantora russa Regina Spektor, conseguiu fazer um show intimista no quase gigantesco Citibank Hall, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 11 de abril. Ela, que nasceu em Moscou, mas que ganhou fama em Nova Iorque, no embalo de hypes criados especialmente na cena alternativa pelos Stokes, encantou o Rio de Janeiro lançando seu correto e último álbum What We Saw From the Cheap Seats.
          Singela, por sua vez, a cantora disse estar encantada também com a cidade em sua primeira visita ao Rio. Regina havia tocado na véspera em São Paulo e teve problemas técnicos, que fizeram com que ela finalizasse antes sua apresentação no Credicard Hall. Em 2010, a russa, que no Rio mostrou uma doçura singular, esteve no SWU em Itu-SP. Acionando bem todos os seus discos, a cantora e pianista, com seu som indie, parecia estar tocando para seu fã-clube, embora o local estivesse repleto, mas a simbiose entre ela  e os cariocas era marcante e dava um acento aconchegante e caloroso ao concerto.
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                                             ”Ela estava amarradona”
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            Regina consegue ser  tímida e carismática simultaneamente. Volta e meia virava-se de lado, sorria de forma fofa para seus admiradores. Sua habilidade com o piano chama a atenção, sua voz é uma assinatura, que remete ao lado mais lírico do canto. Acompanhada por três músicos (teclado, cello e bateria), a artista, de origem alternativa, que pintou até em uma compilação da gravadora inglesa Transgressive Records, colocou seu marido Jack Dishel,  para abrir a noite com seu projeto Only Son.
”Blue Lips”, do álbum Far de 2009, foi a mais precisa canção que seus mágicos dedos e sua imconfundível voz mandaram no Rio. Mas, para seus fãs, o momento inesquecível foi quando ela voltou para o bis e todos se levantaram abandonando as cadeiras, e correram para a frente do palco para ver Regina Spektor e seu piano bem ali, ao ladinho de todos, cantar a famosa “Us”, que está em Soviet Kitsch, de 2004.
A cantora, que ainda  emendou outros números neste final, ocasionalmente conferia, de forma curiosa e orgulhosa, com o canto dos  olhos e sorriso no rosto,  seu público cantar com tanta emoção. ”Ela estava amarradona!”, dizia  eufórica uma garota, assim que Regina deixou o palco, ovacionada e superando a expectativa de quem esperava um show, talvez burocrático.
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10 de abril de 2013

Rio de Janeiro

Banda Panamericana – 19 e 20/04 – Oi Futuro Ipanema

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Dado no teatro

9 de abril de 2013

Lançando segundo disco, ex-parceiro de Renato Russo se apresenta no Rio.

Texto e fotos:Vitor Diniz

Dado Villa-Lobos lançou seu segundo disco, O Passo do Colapso, no Rio de Janeiro, com um show, no mínimo, peculiar. O músico, que um dia fez parte da Legião Urbana, se apresentou na noite desta segunda-feira, 8 de abril, no Teatro Net, em Copacabana, o antigo Tereza Rachel.

Dado, ao longo do show, teceu vários comentários em relação ao fato de tocar em um local que seria talvez inusitado. “O legal de tocar em teatro é que tem hora para começar”.

O som da confortável casa estava de fato impecável. O guitarrista e cantor, por vezes gaitista, ( que também faz parte da Banda Panamericana, ao lado de Toni Platão, Charles Gavin e Dé Palmeira), parecia comandar as ações no palco, cada detalhe, cada arranjo. Por sinal, tudo saiu muito redondo, muito bonito. Ficou claro ali, que a elegância pop e a urgência rock podem andar juntas. Alguns solos certeiros dialogaram bem com o lirismo das  letras e reforçaram esta conexão, que nos fez pensar em Richard Hawley.

O disco ao vivo flui muito bem. Destacando o conceito do álbum. Dado lançou O Passo do Colapso, inicialmente de forma virtual, mas o CD já está à venda nas lojas e podia ser adquirido por vinte e cinco reais durante o show, sendo que uma versão em vinil ainda vem por aí.

 

Dado, Mallu e Fausto

  Com o suporte de uma banda muito azeitada, o ex-parceiro de Renato Russo, mostrou mais uma vez seu poderio de hitmaker na grudenta ”Lucidez”, parceria sua com Nenung, do The Darma Lóvers. Com Mallu Magalhães, cantou a deliciosa ”Quando a Casa Cai”, e, ao lado de Dado, a menina, que até pouco tempo atrás tocava nos redutos undergrounds de São Paulo, fez bonito em Copa. Depois de Mallu, surgiu Fausto Fawcett, para a ótima ”Overdose Coração”. A pulsante faixa que batiza o disco entregou o quanto Dado guardou bem a lição do pós-punk, e foi uma das melhores da noite.

Com um público excelente para uma segunda-feira à noite, a apresentação contou com um contorno despretencioso, embora atenta aos detalhes estéticos, com belas imagens e clipes no telão. Quando agradeceu a todos pela presença, Dado enfatizou o quanto é dificil sair de casa, em especial em uma segunda-feira. ”O único dia em que eu não bebo, mas hoje nós vamos beber”, e arrancou gargalhadas e aplausos. Após o show, ele atendeu a todos com calma, assinou discos e posou para fotos. O protagonista da noite realmente bebeu na segundona, mas para dar mais atenção aos fãs, colocou a garrafa de Stella Artois, de forma curiosa, no bolso traseiro de sua calça. Já sua camisa branca e a gravata preta, usadas em cena, fizeram link com uma certa devoção mod. E os clássicos da Legião?, você deve estar questionando. Dado acertou também neste aspecto, e inseriu quatro músicas da banda mais cultuada do Brasil em seu repértório, sem que essas destoassem de uma certa embalagem indie. ”Depois do Começo”, ”Teatro dos Vampiros” e ”Giz” caíram bem na onda do Colapso. ”Índios”, no final, foi mais impactante e fez todos voltarem para casa ainda mais satisfeitos.

 

+ Mallu Magalhães em um de seus primeiros shows em São Paulo

+ Richard Hawley na Holanda

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Regina Spektor&Cia

Ouça a nova edição do Popmix na Sucesso FM

 Da redação
 
Foi ao ar neste domingo, a versão FM do Popmix. O programa que acontece sempre no primeiro domingo de cada mês , contou nesta edição com módulo especial com a cantora Regina Spektor que toca no Brasil essa semana. Deerhunter, Rolling Stones, Ordinary Boys, David Bowie e um ”hino perdido” do The Doors, também estão no set-list.
 
Bloco 1

 

Bloco 2

 

Bloco 3

Bloco 4

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Maratona The Cure!

5 de abril de 2013

Em show inspirado, grupo agrada plateia no Rio

Por Vitor Diniz

        O The Cure passou sua discografia a limpo com maestria no palco da HSBC Arena, no Rio de Janeiro na noite desta quinta, 4 de abril. O grupo inglês já tinha avisado através de seu vocalista Robert Smith, e tocou por três horas. Na verdade, até um pouco mais, pois quando encerrou sua performace com ”Killing an Arab”, já estávamos além de uma hora da sexta-feira, e o show começou às dez horas, com ”Open”.

Parece sempre estranho um show sem que o artista esteja lançando um disco. Fica dificil calcar a apresentação em algo palpável e que se justifique plenamente. Mas o Cure, que não solta um disco de inéditas desde 2008, parece ter oferecido uma proposta estilo ”box de luxo de sua obra ao vivo”. A voz de Bob Smith segue ótima e Simon Gallup, baixista que esteve a seu lado durante quase toda a trajetória do Cure, quase roubou a cena. O músico não usa mais seu cabelo na linha dark como Smith, e parecia estar tocando em um show do The Clash, devido a sua postura de palco e seu visual.

 

Vigor e sofisticação

        O som da Arena estava ok, assim como o telão e a iluminação, algo que sempre ajuda e muito, sem falar nos muitos hits que levantaram o bom público, que, apesar disso, não chegou a lotar a casa.

Alguns presentes pareciam por vezes achar o show cansativo e circulavam pelos bares. Na fase final da noite, ”The Lovecats” e ”Caterpillar ” foram as mais interessantes com vigor e sofisticação.

O The Cure mostrou para várias gerações no Rio o quanto sua música é diversificada e de alto nível e mesclou bem números de quase todos os seus álbuns. O saldo final foi mais do que positivo e nos fez pensar que a banda merece um lugar confortável na história. Tomara que eles lancem logo um novo disco, pois a pilha do grupo parece estar mais do que em dia.

 

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Memórias de um dark

4 de abril de 2013

The Cure e um show de maquiagem!

Por Vitor Diniz

      Em 1987, o The Cure tocou no Brasil pela primeira vez, e, mesmo em se tratando de um garoto de quinze anos, fui ao Maracanãzinho, levado por um amigo mais velho, pois era uma necessidade pop ver em ação uma banda que estava no auge.

Diferente do que acontece hoje, artistas neste patamar não entoavam muito seus acordes por aqui. Contudo, não tinha idade , para entrar no Crepúsculo de Cubatão, o  reduto ”under” do Rio de Janeiro, mas me senti um pouco dark, graças a Robert Smith , ao dançar suas músicas algumas vezes na matinê da lendária Up&Down da Rua Pamplona em São Paulo.

Tardiamente, certos discos foram lançados por aqui no embalo da Curemania, amplificada por hits como “Boys Don’t Cry” e “In Between Days”. Foi o caso de The Top. Este álbum eu gostava de fato, mas só passei a entender melhor sua força com os anos. Já a minha cópia de “The Head On The Door”, só não furou de tanto tocar porque sempre fui um “dândi” com os vinis. Este disco, por sinal, conta com um dos melhores Lados A, em que a minha incansável agulha já pousou. Agora que o Cure volta ao Brasil, para tocar pela terceira vez em solo brasileiro, resgato a minha devoção por este senhor de 54 anos, chamado Robert James Smith.

 

Entrevista histórica a Bizz!

 

Do arquivo pessoal, duas edições especias da Bizz, dedicadas à banda, foram revisitadas com um sabor do tipo Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (para não deixar de aludir a um marco dos caras). Uma das revistas vira poster, e enfoca o combo inglês entre 1976 e 1987. Já a outra cobre a primeira visita deles ao Brasil.

O repórter Jean-Yves de Neufville, que, lamentavelmente faleceu este ano, fez um trabalho fantástico e acompanhou a “família Cure”, de Porto Alegre a Belo Horizonte em 1987. Jean-Yves descolou uma histórica entrevista com Robert Smith, que também já tocou com Siouxsie&The Banshees. Bem articulado, o cantor, que lançou moda e estilo com seu look gótico até hoje influente, a ponto de Sean Penn ter adotado a onda ”Cureana”, para seu personagem, no filme “Aqui é o meu lugar”, segue rendendo belas entrevistas.

Nos últimos dias, falou à jornalista Cecilia Malan, na Inglaterra sobre seu visual. “Eu jamais subiria ao palco sem maquiagem. Ainda bem que casei com álguem que curte maquiagem”, disse refererindo-se à Mary, sua esposa, na matéria exibida no Estúdio I da Globo News e no Fantástico.

O make up acentuado e o cabelo caracteristico de Robert viraram um símbolo do Cure.Lembro também do Paulo Ricardo do RPM, no programa Clip Clip da TV Globo, elogiando o video de “In Between Days”, pois era na opinião dele, um show de maquiagem. Isso ainda foi na fase em que eu descobri a Up&Dow e segui de vez os passos do rock britânico. Aquelas alturas, o The Cure era grande, inclusive aqui, a ponto de tocar no Ibirapuera, no Maracanãzinho, no Mineirinho e no Gigantinho. “Porto Alegre foi provavelmente mais do que selvagem”, disse a Bizz, de forma elogiosa o vocalista. Desta vez o Cure não vai se apresentar na capital dos gaúchos, mas, nesta quinta, os cariocas, na HSBC Arena e, no sábado, os paulistanos, na Arena Anhembi, podem repetir a dose ou talvez a Cura.

 

 

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