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20 de novembro de 2013

Disco de John Grant é o melhor do mundo para a Rough Trade

Da redação

          John Grant está totalmente em alta no mercado indie. O músico americano acaba de ter seu álbum, Pale Green Ghosts, apontado como o melhor de 2013 pela Rough Trade. Na lista dos cem melhores discos do ano, cunhada esta semana pela respeitada loja e gravadora inglesa, o segundo grito solo do cantor de quarenta e cinco anos, deixou para trás trabalhos de bandas importantes como Arctic Monkeys e Arcade Fire, que ficaram respectivamente nas 21° e 23° posições.

Veja lista completa da Rough Trade clicando aqui.

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São Paulo 

Lollapalooza – 5 e 6/04/2014 – Arcade Fire, Savages, New Order e outros

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Planeta Terra 2013

13 de novembro de 2013

 
Palma Violets faz ótimo show e Blur fecha evento em grande estilo.
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Texto e fotos Vitor Diniz
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       O novato grupo inglês Palma Violets  se apresentou neste sábado, 9 de novembro, no Festival Planeta Terra, em uma tarde de muito calor na capital paulista. Apesar do horário não ser dos mais nobres no evento, já que boa parte do público ainda não havia chegado ao Campo de Marte, o quarteto, que já foi aclamado pela mídia britânica, não decepcionou e estava tão à vontade em São Paulo, que parecia estar tocando em um pequeno e enfumaçado clube londrino, apesar do contexto ser bem diferente.
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            Com seu rock cheio de energia punk, o Palma Violets atraía aqueles que cada vez mais se aproximavam do Palco Smirnoff. O grupo desfilou com muita  vontade as músicas de seu único disco, 180, lançado pela Rough Trade,  icônica gravadora inglesa.
            A dupla de frente do Palma Violets Sam Fryer (guitarra e voz) e Chilli Jesson (baixo e voz), lembrava por vezes a famosa dobradinha que Pete Doherty e Carl Barat fizeram no cultuado Libertines. ”Best Of Friends”, uma das mais empolgantes músicas produzidas na Inglaterra dos últimos tempos, foi a melhor  e mais aplaudida da tarde. A conexão entre público e banda chegou ao auge quando, no final, Jesson desceu do palco e se juntou aos fãs da primeira fila, ostentando uma bandeira do Brasil. Ali, o inglês e a galera criaram uma das imagens mais marcantes de um festival que acertou  em relação as suas atrações.
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                                              O Terra, o  Blur e muito mais!
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         Grande nome do chamado britpop, ao lado de Oasis e Pulp, o Blur fechou o evento com uma atuação soberba, e à altura das que estão registradas em seus DVDs. Damon Albarn, intrépido e carismático como sempre, cantou a clássica ”Country House”, juntinho de seus fãs, lá embaixo e com óculos que alguem o entregou. O ator Phil Daniels, o Jimmy eterno mod do filme Quadrophenia, veio com a banda e ajudou no carnaval rock do hit ”Parklife”. Já o Travis pagou sua ”dívida” com os brasileiros, ainda com a luz do dia,  e finalmente mostrou por aqui seus vocais perfeitos e suas melodias deliciosas. O grupo de Glasgow conseguiu obter um belo retorno da plateia. O americano Beck mostrou porque já foi o grande queridinho dos indies, com um interessante show, e Lana Del Rey arrancou suspiros em um concerto, de fato belíssimo, no âmbito geral. O The Roots fez bem demais a sua parte, pois agradou aqueles que correram para o palco em que iria se apresentar.
O Planeta Terra 2013 foi também muito proveitoso em termos de artistas  brasileiros, com ótimas surpresas. O Terno fez uma apresentação que provou que a banda veio mesmo para ficar.
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Blur para todos!

8 de novembro de 2013

Popmix destaca grupo Inglês em programa de FM.

Da redação

Ouça a edição do Popmix na rádio Sucesso que contou com um especial do Blur e ainda Palma Violets e Travis.

Bloco 1

Bloco 2

Bloco 3

Bloco 4

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De volta à moda!

7 de novembro de 2013

Depois de sete anos sem lançar um álbum, Joan Jett mostra que manteve a forma.
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Por Vitor Diniz
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Joan Jett parece estar tão bem neste Unvarnished, como em seus melhores momentos! Com a colaboração de Dave Grohl, o disco  já começa impactante com ”Any Weather”. Nesta faixa, que tem gosto de clássico, a cantora e guitarrista só confirma o que já havia nos entregado em outros flertes profissionais: que ela e o ex-baterista do Nirvana e líder do Foo Fighters se dão muito bem em termos sonoros! Mas a diversão não fica mesmo só por aí , e o rock sem firulas e direto,  segue dando as cartas em um disco que não cansa o ouvinte de forma alguma. Suas dez músicas, parecem fluir muito bem,  prendendo da forma mais Rock&Roll possível a atenção de todos que ouvem. Quem compra a versão vinílica ganha um cartão de download com as músicas do álbum, e quatro faixas bônus.  A americana, cultuada por ter feito parte das Runaways – uma banda de garotas, única a ponto de ganhar um filme enfocando sua trajetória com direito a ter em seu elenco atrizes como Kristen Stewart e Dakota Fanning – confirma que seus fãs podem continuar orgulhosos.  ”Soulmates To Strangers”, uma das faixas mais empolgantes agora, foi escrita por Joan, ao lado de Laura Jane Grace e Kenny Laguna. Essa música, assim como outras aqui, contém uma receita que pode não ser inovadora, mas é de uma  competência inegável.
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                                            Fashion rock
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          Joan Jett também acerta novamente em termos estéticos e, mais uma vez, emplaca uma capa que transborda conceito fashion , podendo se tornar, quem sabe, um indicador para futuros editoriais de moda, já que estes andam com suas fusões com o rock tão em voga. Em 1978, a cantora, hoje com  55 anos, já havia feito bonito, ao estampar cheia de estilo a capa de seu maravilhoso I Love Rock&Roll, também com  os Blackhearts, sua banda coesa e que está com ela muito bem neste novo trabalho. Joan Jett, que tocou no Brasil em 2012, no Lollapalooza , conta sobretudo com o apoio do fiel escudeiro Kenny Laguna, que assina algumas músicas com ela, além de tocar vários instrumentos e fazer vocais preciosos que crescem em um belo headphone.
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