Olhando para frente!

26 de maio de 2014

Paul Weller completa 56 anos e segue relevante e atual.
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Texto e foto Vitor Diniz
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         Um dos músicos mais aclamados pela mídia inglesa faz aniversário hoje(25/05). Paul Weller, que liderou o The Jam a partir do final dos anos setenta e depois, na década de oitenta, o The Style Council, chega aos 56 anos estampando a capa da importante revista Uncut e dizendo que não tem medo do novo. O genial cantor e guitarrista sempre olhou mesmo para frente. Sua carreira solo entrega  toda a sua coragem e pioneirismo. Weller jamais se apoiou no que fez no passado e sempre produz muito, trabalha como poucos artistas de sua geração. O Modfather, como é conhecido, lançará no próximo dia 2, More Modern Classics. Uma bela chance para quem não conhece bem sua obra mergulhar no universo deste nome que é fundamental para entender o rock inglês. O Popmix acompanhou alguns concertos de Paul Weller e ainda produziu um especial de tv dedicado a seu trabalho, tudo devidamente linkado nesta matéria, inclusive nosso encontro com ele!
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Editor do Pop Mix encontra Paul Weller na Inglaterra

Assista especial Paul Weller no Pop Mix!

Em plena forma

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Perdida em Viena

21 de maio de 2014

   Assista! Lúcio Ribeiro e um fato curioso sobre o Jesus&Mary Chain.
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Por Vitor Diniz
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       Em entrevista realizada pelo Popmix, em 2005, para a TV Millenium (TVA-SP), o jornalista Lúcio Ribeiro falou sobre uma entrevista com o Jesus&Mary Chain na Inglaterra. Em um evento do lendário radialista John Peel, William Reid notou que algo muito importante havia ficado na Áustria e não estava nada satisfeito. Depois de ouvir o Lúcio contando esta história, talvez  ainda faça mais sentido a frase cunhada na contra-capa do disco The Jesus&Mary Chain -The Complete John Peel Sessions: ”Sem Jesus&Mary Chain, não teria Stone Roses, sem Stone Roses não teria Oasis”. Será que, além da pegada rock, o grupo de Glasgow em questão teria “emprestado” o estilo Rock&Roll Star ao Oasis?
       O Jesus&Mary Chain toca em São Paulo no próximo domingo e no Rio de Janeiro na terça-feira (27 de maio).

 

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Boys In The Band

17 de maio de 2014

O Libertines volta a “campo” com sua dupla de frente.

Por Vitor Diniz

         Uma das bandas que, nos últimos tempos, mais concentrou em sua gênese o sabor do autêntico rock inglês, foi, inegavelmente, o Libertines, grupo lançado pela mitológica gravadora britânica Rough Trade (a mesma que descobriu o The Smiths!), e que tem de sobra o acento bretão em suas músicas.

A banda voltou a estampar recentemente as páginas das publicações de música na Inglaterra, depois da confirmação de mais uma reunião do grupo, que ocorrerá em um grande concerto – British Summer Time – no dia 5 de julho. O local? O Hyde Park, o mesmo cartão postal de tantos shows memoráveis para os londrinos. Foi lá, no mesmo e emblemático parque, que também, em um dia 5 de julho, mas no ano de 1969, que os Rolling Stones fizeram uma histórica apresentação. O show acabou se tornando uma espécie de tributo ao guitarrista Brian Jones, que havia falecido dois dias antes.

O Libertines, com sua formação original, toca como  grande atração , na mesma noite em que outras duas bandas, que têm em comum com eles muitas referências: o The Enemy de Coventry, que é sempre vigoroso e coeso, e o badalado e competentíssimo Maximo Park, de Newcastle, além dos cultuados The Pogues e Spiritualized.

A escola das duplas

       Quando lançou o pegajoso Up the Bracket, em 2002, o Libertines caiu nas graças da imprensa inglesa e, até lançar seu segundo e também inspirado disco, que leva o nome da banda, e que data de 2004, eles ganharam muitas manchetes no país de Mick Jones. O genial músico do The Clash, diga-se de passagem, produziu os “caras”. Os “caras”? Isso mesmo: o Libertines é um quarteto, mas os “caras” da banda, que formam uma das mais interessantes duplas de frente do rock inglês são os vocalistas e guitarristas Pete Doherty e Carl Barât. Os dois juntos no palco, mandando canções como “Boys In The Band” e “Can’t Stand Me Now”, podem mostrar  algo peculiar, que remete à velha escola do pop britânico, já que tantas outras duplas simbolizaram seus grupos. Lennon e McCartney e Jagger e Richards, ou ainda, nos anos 1960, Marriott e Lane, no Small Faces e os irmãos Davies, dos Kinks. Nos anos setenta, o “professor” Mick Jones e Joe Strummer, no Clash, deram as lições, que talvez mais tenham norteado o Libertines. Já na década de oitenta, a tradição seguiu forte, Morrissey e Marr ditaram o tom para os Smiths. Depois, o Britpop foi de Liam e Noel Gallagher na década seguinte com as polêmicas do Oasis. Por falar em polêmicas, Pete e Carl não ficaram longe delas nem um pouco. O primeiro chegou a deixar a banda de forma lamentável e não veio ao Brasil com

ela em 2004. O grupo fez apresentações marcantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, sendo que, na capital paulista, rolou, de quebra, um memorável e disputado pocket show na Fnac Pinheiros. Quem esteve lá deve lembar do frenesi causado pelos fãs.

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Beatles e Kate Moss

         A relação que Pete manteve com a poderosa Kate Moss, e uma campanha como modelo que fez para a bacana grife The Kooples, transformaram o músico em figurinha fashion. Doherty fundou o Babyshambles quando saiu do Libertines e Barât o The Dirty Pretty Things. Duas boas bandas, com ligeira vantagem para a capitaneada por Pete, mas ambas não chegam nem perto da riqueza garageira e da urgência roqueira oferecida pelo Libertines. Vale salientar que cada um possui seu disquinho solo, também com Doherty se dando melhor. Eles já andaram se reunindo para alguns festivais e este concerto de julho pintou, porque Pete estaria mal das libras. Problemas pessoais (muitos) à parte, o fato

é que os “caras” estão de volta e quando eles cantam juntos no mesmo microfone, então é impossível não pensar como essa dupla funciona bem ao vivo. Também não dá para não pensar na lição estética ocasionalmente atrelada aos Beatles.

Com sua abordagem punk, o Libertines, quando se reune, faz bem ao rock, já que coloca uma molecada toda para correr atrás de uma série de bandas do passado e sempre garante bons momentos nos shows. O quarteto, formado em Londres, é liderado por seus dois protagonistas, responsáveis por poucas e boas no mundo do rock, mas seria um pecado dedicar um texto ao Libertines, mesmo que mirado em Pete e Carl e não mencionar o baixista  John Hassall e, principalmente, o energético baterista Gary Powell. No Tim Festival no Rio de Janeiro, Gary foi uma atração à parte na bateria. Quem curtia The Who e Keith Moon vibrou com sua performance .

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8 de maio de 2014

Rio de Janeiro

The Jesus&Mary Chain – 27/05/2014

Vivo Open Air – Marina da Glória

 

São Paulo

Jesus&Mary Chain

Los Campesinos! – 25/05/2014

Cultura Inglesa Festival – Memorial da América Latina

 

São Paulo

Mudhoney
Metz
The Obits – 15/05/2014

SUB-POP FESTIVAL – Audio

 

São Paulo

Au Revoir Simone e Cibo Matto – 11/05/2014

Popload Gig – Cine Joia

 

Rio de Janeiro

Au Revoir Simone – 08/05/2014 – Miranda

 

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FM Britpop

2 de maio de 2014

Em rádio do RJ, Popmix festeja os vinte anos de uma cena.
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Da redação
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No embalo das comemorações das duas décadas do Britpop, o Popmix faz um especial com alguns dos artistas mais interessantes que surgiram naquele movimento, influenciados por ícones britânicos como Beatles,  Paul Weller, Smiths e Stone Roses. Não que o rock americano, que vinha brilhando com Nirvana&Cia  tenha parado quando Oasis, Blur, Verve, Pulp e Suede colocaram a Inglaterra em um patamar especial em termos de cultura pop, mas o fato é que a chamada Cool Britania voltou com tudo entre 1994 e 1997. Kate Moss, David Beckham, Spice Girls e outros nomes que estavam ligados à mídia britânica aqueciam ainda mais o mercado do entretenimento inglês, sem falar que, mesmo não estando na mesma “turma” das bandas do Britpop, o Reino Unido ainda revelou, nos anos 1990, o mitológico Radiohead.
Ouça o programa do Popmix na Rádio Sucesso FM (Nova Friburgo-RJ) e veja alguns clipes que marcaram aquela década na Inglaterra.
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Bloco 1

Bloco 2

Bloco 3

Bloco 4

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