O Blur e seu novo álbum

17 de maio de 2015

Disco lembra anos 1990, mas é também conectado a 2015.

Quem não teve a oportunidade nos anos 1990 de curtir um novo disco do Blur por algum motivo, não deve mais lamentar tanto, pois surgiu uma nova grande chance de realizar este desejo de consumo indie. Agora é a hora! A banda de Damon Albarn, que se tornou icônica na Inglaterra, acaba de lançar o já aclamado The Magic Whip, primeiro álbum de inéditas , desde Think Tank de 2003. O grupo, que é um dos pilares da geração Britpop, ao lado de nomes como Oasis, Pulp, Supergrass, Suede e The Verve, entre outros , ficou anos separado, mas caprichou, e muito, nesta volta ao disco. Este é um álbum para lembrar o Blur dos velhos tempos, da fase de discos como Modern Life Is Rubbish (1993) ou Parklife (1994), por exemplo.

 

Difícil escolher a melhor faixa

 

Algumas músicas de The Magic Whip, álbum norteado pela relação da banda com  Hong Kong, trazem mesmo um certo gosto dos anos 1990, embora o intrépido Damon Albarn continue sendo um dos astros mais antenados da música pop e nos ofereça ao mesmo tempo uma banda plugada com o novo.  Outro nome de peso do rock inglês, o guitarrista Graham Coxon, também está muito bem neste lançamento e entrega, assim como Damon, que no Blur se sente em casa.

Difícil em The Magic Whip é apontar a melhor música. Se é a irresistível e cantarolável ‘’Ong Ong’’, a classuda ‘’Ghost Ship’’ ou a preferida de Liam Gallagher, ‘’Lonesome Steet’’, que abre o disco de forma brilhante.

artigo publicado por popmix
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