Passeio americano

30 de julho de 2015

Em disco inspirado, Houndmouth traz um dos hits do ano.

 littleneonlimelight

 

A irresistível “Sedona”, que abre Little Neon Limelight lançado pelos americanos do Houndmouth, é uma das faixas mais emocionantes registradas nos últimos tempos. Trata-se de uma destas obras-primas que a música pop insiste em nos oferecer e que já é séria candidata a música do ano. Mais animador que isso, é informar que ela não está sozinha neste saboroso disco, lançado pela Rough Trade, que, mais uma vez, acerta em cheio ao soltar este trabalho que contém outros belos momentos. A importante gravadora inglesa já havia dado a luz em 2013 à From the Hills Below the City, e assim o Houndmouth debutava em termos de álbuns.

Em seu segundo trabalho, o simpático quarteto convida seus ouvintes para um passeio e tanto pela música americana. Se você curte altcountry , folk ou indie, por exemplo, tem grandes chances de se empolgar com a parceria incrível entre o vocalista e guitarrista Matt Myers e a tecladista, e também vocalista, Katie Toupin. Ouvir a dupla se revezando nos vocais é algo encantador. Os eficientes Zak Appleby (baixo e voz) e Shane Cody (bateria e voz) completam o grupo de New Albany. Em “My Cousin Greg”, os quatro cantam alternadamente e também juntos no refrão. Tal logística sonora confere à música um clima contagiante. Os backing vocals são precisos, não só aqui, mas em todo o disco.

A democracia é um ponto forte na banda, como a estilosíssima Katie revelou em entrevista à revista Relix. A ótima publicação editada nos Estados Unidos dedicou um espaço precioso ao Houndmouth, em uma de suas últimas edições, cuja capa é estampada pelo My Morning Jacket.

A rápida ascensão do quarteto é algo que também “causa espécie”, depois da participação no Bonnaroo Festival, muita coisa bacana parece ter acontecido com eles. As performances impecáveis na Rádio KEXP de Seatlle e no programa de David Letterman impressionam e mostram uma banda cheia de vontade de entregar ao mundo melodias preciosas e grudentas.

 

artigo publicado por popmix
tags

Mais um ótimo vídeo!

22 de julho de 2015

Hell Oh! lança seu segundo clipe. Confira!
.
 .
 Depois de uma rápida ascenção o grupo Hell Oh!, lança mais um clipe e vê crescer o hype em torno de seu trabalho.
 O vídeo da faixa ”Color Ghost” foi produzido por Christian Costa ao lado do vocalista Raphael Heiderich e conta com  mais uma participação de Bruna Porto. A modelo já havia trabalhado com  a banda de Nova Friburgo-RJ no clipe de uma música autointitulada.
”Color Ghost” está no disco We’ve Got Nothing To Say But a Song, lançado recentemente pelo grupo, que acaba de fazer alguns shows pelo Estado de São Paulo. No dia 25 de julho, o grupo toca em Paraty no Tollosa Festival e depois no dia 30 se apresenta no Imperator, no Rio de Janeiro.

.
artigo publicado por popmix
tags

DIA MUNDIAL DO ROCK

13 de julho de 2015

Como o rock mudou a minha vida.
.
.
       Como o rock mudou a minha vida? Simples, ele me levou ao jornalismo e ao entretenimento. Foi graças também a este apaixonante estilo musical, um dos mais influentes de todos os tempos, que me apaixonei pelo cinema, pela arte e  pelo turismo de um modo geral. Tudo para mim passou a ter esse tal de rock’ n roll como catalizador, mesmo quando não me dou conta disto. Mas, como surgiu o rock para mim? O ponto de partida não poderia ter sido melhor. Mesmo sendo de 1973, tive a sorte  de ter como a primeira banda do coração, justamente os Beatles,  grupo mais seminal que este impossível. Antes, contudo, tive fitas de trilhas de novelas como Louco Amor e Guerra dos Sexos, e convivi muito, quando criança, com uma irmã mais velha que ligava direto a Fluminense FM, todos os dias em casa. O contato com a programação da cultuada rádio, que mandava suas ondas de Niterói, fez com que um senso pop despertasse dentro do então garoto, que, com o auxílio de outras mídias, passou a ter a cultura rock necessária para devorar discos e revistas dedicadas ao gênero. Se os Beatles foram a primeira banda que eu quis ter todos os álbuns, logo depois a vontade de ter a discografia completa de outros artistas me impulsionou ainda mais pelos rumos da compreensão pop. The Rolling Stones, The Who, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, The Doors e The Jam foram outros clássicos grupos que logo comecei  a dissecar. Os darlings contemporâneos também me seduziam naquele momento. O The Smiths era a banda da vez, e sempre que a revista Bizz cunhava algo sobre um novo disco de Morrissey, Marr e cia , lá caminhva eu até uma loja de discos e voltava para casa com um vinil com o selo da Rough Trade debaixo dos braços. Anos depois, iria entender mais claramente a importância histórica da charmosa loja e gravadora inglesa, que lançou não só os Smiths. mais tantas outras bandas. Já adulto, nos anos noventa, sentia falta de um novo grande amor, embora gostasse bastante de alguns artistas daquele período, até que, em 1994, o Oasis me fez contar os dias para ver um show da banda de Manchester. E, em março de 1998, eu estava diante dos irmãos Liam e Noel Gallagher, nos palcos do Rio de Janeiro e de São Paulo, respectivamente. A cultura de frequentar shows seguia  forte para mim e assim outro ingrediente fundamental para amar o rock and roll nutria a paixão pelo estilo, algo que se mantem colossal e que me emociona ao ver pais e filhos, vibrando juntos em tantos shows de rock, a cada novo festival independente do tamanho do palco ou do evento.
.
artigo publicado por popmix
tags

Luiz Lopez no Popmix!

1 de julho de 2015

Ouça entrevista com um dos nomes mais interessantes da cena carioca.
.
.
Em um café da Zona Sul do Rio de Janeiro, Luiz Lopez falou sobre seu disco Primal, sobre Erasmo Carlos com quem também toca e sobre a sua curiosa trajetória.

.

www.facebook.com/luizlopez

.

artigo publicado por popmix
tags