entrevistas

Luiz Lopez no Popmix!

1 de julho de 2015

Ouça entrevista com um dos nomes mais interessantes da cena carioca.
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Em um café da Zona Sul do Rio de Janeiro, Luiz Lopez falou sobre seu disco Primal, sobre Erasmo Carlos com quem também toca e sobre a sua curiosa trajetória.

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www.facebook.com/luizlopez

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Fundamental

7 de maio de 2015

Kid Vinil fala sobre sua biografia!
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Um homem e sua bela trajetória dedicada à música. Kid Vinil -Um Herói do Brasil (Edições Ideal) é a biografia autorizada de Antonio Carlos Senefonte,  assinada por Ricardo Gozzi e Duca Belintani. O envolvente livro retrata muitas facetas do grande mestre Kid Vinil. Um dos maiores conhecedores de música deste planeta, Kid Vinil tem sua carreira passada a limpo, com as suas mais diversas funções sendo bem acionadas. Além de ter empolgado o Brasil com grudentos hits de seu Magazine, Kid nos apresentou muitas tendências da música pop  e também da moda ao longo dos anos. Sua cultura musical é encantadora e impressiona sempre! Em entrevista realizada por e-mail, o eterno Herói do Brasil fala sobre este badalado lançamento.
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Popmix – O Kid cantor, o apresentador de TV, o radialista, o jornalista, o homem de gravadoras, qual deles, na sua opinião, vai cativar mais os leitores?
Kid Vinil – Existem tantas facetas no meu trabalho que se torna difícil saber qual delas encanta mais as pessoas que me seguem. Eu particularmente sempre me realizo fazendo o que gosto. Todas essas facetas tem muito da minha dedicação a música e pra mim isso o que mais importa.

Popmix – Algum capitulo do livro te emocionou de uma forma mais especial ?
Kid Vinil – O capitulo que fala da violeira Helena Meireles. Tivemos uma convivência quase que de mãe e filho, ela era uma pessoa adorável e toda vez que lembro dela me emociono.

Popmix – Existe algum outro projeto que você gostaria de fazer baseado no livro?
Kid Vinil – Sugeri para editora um livro que me inspirei no título de um livro de Jose Mindlin (o falecido e cultuado colecionador de livros e poesia) seria “Uma vida entre discos” contando sobre discos que marcaram minha vida e suas histórias. Agora falta sentar a bunda na cadeira e começar a escrever (risos).

Popmix – Qual disco seria a trilha sonora perfeita para acompanhar a biografia?
Kid Vinil – Talvez o álbum branco dos Beatles, que significa muito pra mim e soa como se fosse uma história, cada música soa como uma trilha.

Popmix – Qual seu disco favorito atualmente?
Kid Vinil – WAND – GOLEM

Popmix entrevista Kid Vinil em 2005

Kid Vinil lança compacto

DVD traz Kid Vinil ao vivo

Kid Vinil fala sobre o seu Almanaque do Rock

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Hoje na Barra!

4 de abril de 2015

The Bunker Band se apresenta no Rio e vocalista fala ao Popmix

Para aqueles que apreciam a cena indie em geral e o rock feito com influências do pop britânico de Oasis, Charlatans e The Verve, os cariocas da Bunker Band são uma ótima opção. Daniel Gomez, vocalista e guitarrista do grupo que toca hoje na Kult Kolector, no Rio de Janeiro, concedeu esta entrevista ao Popmix.

 

1-Quando e como o grupo surgiu?

Na verdade, tocamos desde 1999 juntos, mas a formação atual e com o nome atual vem desde 2011. Tivemos outros trabalhos com outros baixistas! Surgiu como uma banda cover. Inicialmente, cantávamos em inglês quando ninguém fazia isso por aqui e agora o que mais se vê são bandas cantando em inglês. Fomos um dos precursores dessa onda.

 

2-Em que prateleira você colocaria o disco da banda?

Difícil nos classificar com um gênero só, apesar das influências claras presentes no nosso som. Indie seria mais apropriado!

 

3-Como foi gravar o clipe de The End? Vocês venceram o prêmio da revista Rolling Stone, ainda estão “degustando” este feito?

Foi um dos pontos altos da nossa carreira, junto com o show no Jockey de SP, que era algo impensável para toda a banda. Estamos ainda colhendo os frutos que esse prêmio nos deu, e gravar o clipe foi sensacional, equipe maravilhosa, tivemos todo apoio da produtora e o resultado foi um dos melhores possíveis, somos muito gratos a todos. Que venham os próximos!

 

4-Fale sobre seu pai. Foi ele quem produziu a sua bela guitarra, estilo Noel Gallagher?

Sim, foi ele quem fez! Ele é o cara responsável por tudo isso que está acontecendo, porque sem ele não estaríamos tocando um instrumento e cantando! Ele foi o incentivador principal, foi quem nos mostrou músicas de qualidade e nos afastou do que a mídia sempre tentou impor ao povo e tenta até hoje. Nossos pedais, instrumentos e amplificadores de ensaio são todos feitos por ele. É um privilégio enorme poder contar com esse suporte.

 

5-E no show de hoje na Kult Kolector, alguma surpresa que possa contar agora?

Diria talvez que a surpresa maior seremos nós mesmos! Pela primeira vez, vamos tocar na Barra, é um público que ainda não atingimos, e com certeza será um show inesquecível, onde a galera vai poder conhecer nosso trabalho de perto e ao vivo, o que é melhor ainda!!!!

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Novidades na noite do Rio!

3 de abril de 2015

O Fleeting Circus mostra sua versatilidade  hoje na Kult Kolector

Fleeting Circus

Todo o cuidado estético que envolve a obra do grupo  Fleeting Circus já chama a atenção. A trajetória curiosa desta banda carioca também é altamente interessante e hoje o público do Rio de Janeiro terá a chance de conferir um show intimista do Fleeting Circus, na Kult Kolector. O guitarrista Felipe Vianna fala sobre a lendária Amoeba Music, sobre os shows em Nova York e, é claro, sobre a noite de hoje.

 

1-Como você situaria a banda no mercado atual?

Eu vejo a Fleeting Circus como uma banda muito versátil. Durante nossa carreira no Brasil, trabalhamos em diversos tipos de produção, passando pelo circo, televisão e cinema. Acho que isso abre várias opções de trabalho e lugares que podem ser ocupados no mercado, que está em processo de mudança. Passamos por um momento de renovação bem interessante, e diversos artistas vem surgindo nos últimos anos. O mais importante nisso tudo é conseguir levar essas novidades musicais ao grande público brasileiro, que vem sendo bombardeado de forma constante pelos mesmos sons que já estão estabelecidos há décadas.

 

2-O fato do disco de vocês ser vendido numa loja como a Amoeba Music na Califórnia, representou algo diferente para o grupo? Qual foi este sabor?

Com certeza o disco ser vendido na Amoeba foi uma coisa muito interessante para a banda. É sempre legal quando alguém abre espaço para bandas independentes dessa forma, e acho que temos uma carência muito grande disso no Brasil. Já não existe uma loja de discos desse porte por aqui, e não consigo imaginar uma grande rede que aceitaria fazer esse tipo de negócio. No momento, há várias bandas independentes ou recém-contratadas por gravadoras menores que mereciam mais atenção do grande público e um espaço físico para vender seus trabalhos.

 

3-No Brasil, quem quiser o disco físico, como pode fazer?

No momento, só nos shows e eventos que a banda estiver fazendo.

 

4-E sobre os shows em Nova York, como foi essa experiência?

Fazer shows em NY foi um marco importante na carreira da banda. Representou nossa primeira tentativa de alcançar um novo público e foi bem eficaz. O saldo dos shows por lá foi bem positivo, e por onde passamos, acredito que deixamos uma boa impressão e conseguimos despertar o interesse das pessoas que iam nos ver lá. Além disso, aproveitamos para conhecer diversas bandas e artistas independentes de

lá. Inclusive, durante nossa temporada em NY, tocamos na mesma semana do CMJ Music Marathon, fora do festival, mas ainda assim atraímos a atenção das pessoas que estavam participando. Foi uma experiência profissional e cultural de muita troca e extrema relevância.

 

5-Hoje vai acontecer uma apresentação no Rio de Janeiro. O que a banda está preparando?

Para o show de hoje no Kult Kolector, preparamos algumas novidades. Além de versões, vamos fazer mudanças de arranjos nas nossas próprias músicas. O espaço do Kult tem uma atmosfera bem intimista que nos permite experimentar e testar novos sons.

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Rock Brasileiro e Rolling Stones!

21 de dezembro de 2014

 
Ouça a entrevista com o pesquisador e historiador Nelio Rodrigues falando sobre seus livros.
 
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Por Vitor Diniz
 
 
              O rock nacional ganhou  um documento importantíssimo e fundamental para se entender especialmente uma de suas fases mais interessantes. ”É bom que agora tenhamos a possibilidade de conhecer um pouco mais sobre a vida de nossos heróis e pioneiros do Rock Brasil”, afirma Leo Jaime no Posfácio da obra.  Lançado pela Editora 5W (http://grupo5w.com.br/), ”Histórias Secretas do Rock Brasileiro”, de Nelio Rodrigues (ouça a entrevista), enfoca  a curiosa  trajetória de bandas que podem não ter vendido milhões de discos, mas que foram importantes sob vários aspectos. ”Acho que é um trabalho de recuperação de uma época que nunca foi contada, então eu considero um trabalho pioneiro neste sentido e tambem de valorização de bandas do rock brasileiro”- explica o pesquisador e historiador, que  é uma das maiores autoridades do Brasil e do mundo, quando o assunto é  Rolling Stones também. São de autoria de Rodrigues ainda os ótimos livros ”Os Rolling Stones no Brasil – do Descobrimento à Conquista (1968-1999)”, lançado pela Ampersand Editora, e “Sexo, Drogas e Rolling Stones” (Editora Agir), assinado em parceria com  José Emilio Rondeau.
              “Histórias Secretas do Rock Brasileiro” é recheado com   fotografias  e  depoimentos de seus  personagens,  como o de Cássio Tucunduva, do grupo Os Lobos. Cássio está com a camisa de sua banda ao lado de Nelio, na foto desta matéria registrada durante o lançamento do livro,  realizado na livraria Blooks, no Rio de Janeiro.  Para aqueles que quiserem mergulhar ainda mais nas incursões de Nelio sobre o tema, ”Histórias Perdidas do Rock Brasileiro – Vol 1”, lançado pelo autor junto à Nitpress em 2009, é outra boa opção.
              Em uma tarde de dezembro, Nelio falou ao Popmix  sobre seu trabalho de pesquisas do rock nacional e, é claro, sobre os seus titulos calcados nos Stones, em entrevista gravada na Livraria da Travessa, em Botafogo.

 

 

 

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